a Daniela Rodrigues 4 éve
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Aristóteles Contudo, ao contrário de seu mestre, Platão, ele era um empirista, isto é, acreditava que a experiência com a natureza, ou seja, o uso de sentidos no estudo do mundo, era o primeiro passo para conhecer a essência ideal das coisas. Vale ressaltar que experiência, para Aristóteles, baseava-se no contato com o mundo por meio dos sentidos, e não em experimentos como os que conhecemos hoje. Tal classificação pressupunha uma escala hierárquica de organismos, a chamada scala naturae, partindo dos seres mais simples até os mais complexos, com o ser humano no topo da estrutura.
Platão acreditava que todas as coisas, fossem objetos, seres vivos ou mesmo senti mentos, possuíam uma essência ideal, uma espécie de modelo perfeito que existiria no mundo das ideias. É dessa filosofia que se originou o conceito de amor platônico, considerado ideal enquanto não é declarado, mas que se torna imperfeito quando o relacionamento é concretizado. E, como essa essência está no plano das ideias, de nada adiantaria usar os sentidos, sendo necessário usar apenas a razão. Além disso, para Platão, estudar a natureza usando os sentidos seria perda de tempo, pois só se estudaria as formas reais
Mesmo com essa limitação, a filosofia atomista destacou-se entre as filosofias da época por ser materialista, buscando entender e explicar os diversos fenômenos a partir da observação da natureza, ou seja, os atomistas utilizavam os sentidos (Visão, tato, audição, olfato e paladar) para procurar entender o mundo.
No século XVIII, os estudiosos das substancias e de suas reações começaram a procurar explicações materiais para a existência das substâncias e das mudanças que elas sofriam. Iniciou-se, então, o rompimento com o pensamento idealista de Aristóteles e o surgimento da Química moderna. A frase "Na natureza nada se perde, nada se cria, tudo se transforma", atribuída ao químico francês Antoine Lavoisier (1743-1794), talvez seja a melhor síntese desse rompimento.
O rompimento com a filosofia aristotélica se deu em diferentes momentos e ao longo de vários séculos, desde quando São Tomás de Aquino divulgou as ideias do filósofo grego no século XIII. O método de estudo de Galilei, que se baseava na Matemática para explicar os fenômenos físicos, e sua incorporação de experimentos e da coleta de dados no processo investigativo ajudaram a formar a base da Física e abriram as portas para a mudança no pensamento das outras ciências.