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によって KAWANY MONTEIRO ROLEMBERG 3年前.

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Boas práticas de fabricação na indústria alimentícia

Boas práticas de fabricação na indústria alimentícia

Boas práticas de fabricação na indústria alimentícia

DTA's(Doenças Transmitidas por Alimentos)

O que causa?
No Brasil, a maioria das doenças transmitidas por alimentos são causadas por bactérias (principalmente por Salmonella, Escherichia coli e Staphylococcus). No entanto, há também surtos de doenças transmitidas por alimentos (DTA) causados por vírus (rotavírus e norovírus) e, em menor proporção, por substâncias químicas. Dessa forma, os principais causadores das doenças transmitidas por alimentos são: -Salmonella. -Escherichia coli. -Staphylococcus aureus. -Coliformes. -Bacillus cereus. -Rotavírus. -Norovírus.
Características Gerais
A ocorrência de DTA relaciona-se com diversos fatores, como: condições de saneamento e qualidade da água para consumo humano impróprios; práticas inadequadas de higiene pessoal e consumo de alimentos contaminados.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) considera as DTA uma grande preocupação de saúde pública global e estima que, a cada ano, causem o adoecimento de uma a cada 10 pessoas e 33 milhões de anos de vida perdidos, Além disso, DTA podem ser fatais, especialmente em crianças menores de 5 anos, causando 420 mil mortes. Na região das Américas, as doenças diarreicas são responsáveis por 95% das DTA.

Doenças transmitidas por alimentos (DTA) são aquelas causadas pela ingestão de alimentos e/ou água contaminados. Existem mais de 250 tipos de DTA no mundo, sendo que a maioria delas são infecções causadas por bactérias e suas toxinas, vírus e outros parasitas.

Procedimento operacional padronizado (POP)

devem ser escritos de forma objetiva e com instruções sequenciais para a realização de operações rotineiras e específicas na produção, armazenamento e transporte de alimentos. O Manual de BPF deve conter os seguintes Procedimentos operacionais padronizados de acordo com a RDC 275 da ANVISA: -Higienização das instalações, equipamentos e utensílios; -Controle de potabilidade da água; -Higiene e saúde dos manipuladores; -Manejo dos resíduos; -Manutenção preventiva e calibração de equipamentos; -Controle integrado de vetores e pragas urbanas; -Seleção das matérias-primas, ingredientes e embalagens.

Legislação e boas práticas de fabricação

De acordo com a ANVISA, todas as empresas da indústria de alimentos e serviços alimentícios devem adotar as Boas Práticas de Fabricação, como forma de garantir a qualidade, conformidade e segurança dos alimentos.
Portaria MS nº 1.428, de 26 de novembro de 1993

dispõe, entre outras matérias, sobre as diretrizes para o estabelecimento de Boas Práticas de Produção e Prestação de Serviços na área de alimentos.

Portaria SVS/MS nº 326, de 30 de julho de 1997

estabelece os requisitos gerais sobre as condições higiênico-sanitárias e de Boas Práticas de Fabricação (BPF) para estabelecimentos produtores/industrializadores de alimentos.

RDC nº 275/2002

introduziu o controle contínuo das Boas Práticas de Fabricação e os Procedimento Operacionais Padronizados, além de promover a harmonização da ações de inspeção sanitária por meio de instrumento genérico d verificação das BPF.

Benefícios

-Segurança dos alimentos; -Padronização de processos fabris; -Adequações das condições sanitárias; -Redução de desperdício; -Confiabilidade perante fornecedores, clientes e outras partes interessadas.

Definição

As Boas Práticas de Fabricação (BPF), referem-se à um conjunto de práticas que asseguram as condições higiênico-sanitárias essenciais para a fabricação de alimentos, garantindo um ambiente seguro e adequado. Além disso, BPF é parte integrante dos elementos das normas de Gestão da Segurança dos Alimentos.